Potencial de compra para imóveis na planta: por que ele é maior?

Se você está no processo de compra da casa ou apartamento próprio, provavelmente já parou para pensar – em algum momento – se vale mais o investimento de comprar um imóvel pronto ou na planta. No entanto, o que você ainda não sabe, é que avaliar seu potencial de compra para imóveis pode te ajudar nessa decisão. 

 

Por isso, no texto de hoje, vamos explicar um pouco melhor sobre o que é o potencial de compra e por que, em muitos casos, os imóveis na planta acabam tendo um potencial maior do que os já prontos. Vamos entender um pouco mais sobre o assunto, a seguir! 

 

O que é e para que serve o potencial de compra?

 

Analisar o potencial de compra é um processo que deve ser feito antes de adquirir um imóvel, de fazer um investimento e até mesmo de entrar em um financiamento. Esse é um processo que tem como objetivo proporcionar uma visão mais clara dos custos envolvidos na transição e na negociação, e assim fazer com que você possa identificar quais as melhores opções e possibilidades. 

 

O processo de analisar o potencial de compra para imóveis tende a deixar a tomada de decisão mais transparente e eficiente. Também é uma forma da instituição financeira avaliar o seu cliente e a sua estabilidade financeira. Essa análise pode ser feita através de um simulador de financiamento imobiliário

 

Mas, antes disso, vamos entender como é calculado o potencial de compra para imóveis. 

 

Como é calculado o potencial de compra para imóveis na planta?

 

Cada instituição financeira tem seus recursos para calcular o potencial de compra do seu cliente, mas de forma geral, o que praticamente todas elas analisam é:

 

  • Renda mensal familiar: aqui é avaliada a sua renda e das demais pessoas que habitarão o local. Isso pode aumentar consideravelmente o potencial de compra para imóveis, já que as parcelas não podem comprometer mais que 30% da renda, ou seja, quanto maior a renda, maior poderá ser a parcela e a liberação de crédito.
  • Entrada: geralmente é obrigatório efetuar um pagamento mínimo de entrada (acima de 20% do valor do imóvel) para poder financiar o restante. Automaticamente, quanto maior for o pagamento de entrada, menor será a quantia a ser financiada.
  • FGTS: esse recurso pode ser utilizado para compor a entrada do imóvel, o que auxilia no item citado acima, reduzindo o valor das parcelas e do valor financiado. 
  • Prazo do financiamento imobiliário: a maioria das instituições financeiras têm o prazo máximo de financiamento de 360 meses. Esse prazo também influencia no potencial de compra para imóveis, pois as parcelas menores não comprometem mais do que os 30% da renda familiar. 
  • Taxas de juros: essas taxas precisam ser analisadas, já que o valor do financiamento geralmente é alto. Por isso, com a queda na Taxa Selic, as taxas dos financiamentos tendem a cair também, fazendo com que o cliente consiga um crédito maior. 
  • Idade: quando se entra em um financiamento de grande porte, é necessário a adesão de alguns seguros obrigatórios, como o Seguro de Morte e Invalidez Permanente. Quanto mais jovem, menores tendem a ser as chances de precisar desses seguro, o que deixa as taxas ainda mais baixas. 

 

Simulador de financiamento imobiliário

 

A maioria das instituições disponibilizam um simulador de financiamento imobiliário, justamente para que seus clientes possam analisar o seu potencial de compra e identificar qual é o seu melhor cenário. Entre em contato com as instituições financeiras do seu interesse e se informe sobre os simuladores de financiamento imobiliário de cada uma. 

 

Potencial de compra para imóveis na planta

 

Realizando os processos acima, você poderá analisar as simulações para adquirir um imóvel pronto ou ainda na planta. Isso acontece porque além das parcelas do financiamento, existem custos para a aquisição do imóvel. E diante das condições de pagamentos e desembolso desses recursos à vista, os imóveis na planta, disponibilizam de um tempo maior para realizar os pagamentos, com mais flexibilidade. 

 

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